Tumor  teratóide/rabdóide  atípico. 
4. Antígenos  gliais :  GFAP, VIM,  S-100 
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Masc. 1 a 1 m.   Clique para TC, RM, destaques da HE e colorações especiais, destaques da IH, HE, tricrômico de Masson, reticulina, EMA, AE1AE3, GFAP, VIM, S-100, SNF, MAP2, SMI-32, 1A4, CD34, INI1, Ki67, p53, CD68, HAM-56, CD3, CD20Texto sobre  ATRT.
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GFAP.  Positividade extensa em numerosas células.    GFAP (proteína glial ácida fibrilar) é um filamento intermediário do citoplasma expresso em astrócitos e células ependimárias.  Neste tumor teratóide/rabdóide atípico (ATRT), foi positivo em densidade variável conforme a área. Células melhor diferenciadas, isto é, com maior volume de citoplasma, o que inclui as células rabdóides e células vacuoladas,  foram na maioria fortemente positivas. Em certos campos, a marcação era vista em praticamente todas as células.  Ver campos com marcação de células esparsas. Células de padrão indiferenciado, com citoplasma escasso, eram negativas.  Positividade para GFAP indica diferenciação glial (astrocitária ou ependimária).
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GFAP.  Positividade  em células  esparsas. 
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GFAP.  Negatividade  em células  indiferenciadas.    Células menores, com citoplasma escasso e núcleo de cromatina densa e sem nucléolo proeminente foram geralmente negativas. Estas células parecem de um grau de diferenciação menor que as células maiores comentadas acima.  A atividade mitótica nelas é mais intensa que nas células rabdóides. 
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VIM.    Vimentina é um filamento intermediário do citoplasma expresso em vários tipos de células (para breve texto, clique).  A positividade neste tumor teratóide/rabdóide atípico (ATRT) foi extensa, aproximadamente recapitulando o observado para GFAP e EMA (este, predominantemente em membranas).  Houve marcação citoplasmática nas células maiores, inclusive os corpúsculos rabdóides e nas áreas com arranjo cordonal. As células com citoplasma escasso e núcleos de aspecto 'primitivo' não se marcaram. 
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VIM. Células  rabdóides.    Marcação citoplasmática com tendência a realce na periferia, marcando também os corpúsculos rabdóides. Indica que esses enovelados de filamentos intermediários incluem vimentina. 
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VIM. Células  em  arranjo  cordonal.    Positividade para vimentina destaca-as do interstício. Este, melhor visto no tricrômico de Masson
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VIM. Células  indiferenciadas.   Células com núcleos menores, regulares, sem nucléolo evidente, citoplasma muito escasso, consideradas menos diferenciadas, foram negativas para vimentina. 
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S-100.  Proteína S-100 (para breve texto, clique) apresentou positividade nuclear e/ou citoplasmática em muitas células deste ATRT. Na maioria eram células grandes, de padrão rabdóide. Mesmo células pequenas de citoplasma escasso podiam exibir positividade nuclear. 
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Agradecimentos.    Caso do Centro Infantil Boldrini, Campinas, SP, com especial reconhecimento ao pessoal do Laboratório de Patologia da instituição: Irineu Mantovanelli Neto, Aparecido Paulo de Moraes, Isabella Domingues Guize e Adriana Worschech.  Preparados imunohistoquímicos realizados em colaboração no Laboratório de Patologia do Centro Boldrini e no Laboratório de Pesquisa do Depto de Anatomia Patológica da FCM-UNICAMP, Campinas, SP, pela técnicas Ana Claudia Sparapani Piaza, Luzia Aparecida Magalhães Ribeiro Reis e Arethusa de Souza. 
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Para mais imagens deste caso e texto: TC, RM HE Colorações especiais IH - antígenos epiteliais - EMA, AE1AE3
IH - antígenos gliais - GFAP, vimentina, S100 IH - antígenos neuronais - SNF, MAP2, SMI32 IH - 1A4, CD34 IH - INI1, Ki67, p53 IH - CD68, HAM56, CD3, CD20
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Texto : tumor teratóide/rabdóide  atípico
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