Meningioangiomatose. 
5. IH para antígenos gliais - GFAP, VIM
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Masc. 7 a. 8 m.   Clique para exames de imagem, macroscopia, destaques da microscopia, HE, tricrômico de Massonreticulina, LFB-Nissl, destaques da imunohistoquímica, MAP2, NeuN, SMI-32, GFAP, VIM, CD34, Ki67Texto
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GFAP.   GFAP, um filamento intermediário do citoplasma próprio de astrócitos e células ependimárias (para breve texto, clique),  foi usado para estudar a participação astrocitária neste raro caso de meningioangiomatose.  No córtex cerebral, as alterações foram de pequena monta. Uma leve gliose da camada molecular, logo abaixo da leptomeninge espessada, não constitui propriamente anormalidade, sendo vista mesmo em córtex normal. A leptomeninge espessada é obviamente negativa, pois não contém astrócitos. 
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GFAP. Astrócitos do córtex.     Nas camadas mais profundas,  os astrócitos tinham aspecto basicamente normal. Predominavam astrócitos fibrosos, com ocasionais formas binucleadas. 
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GFAP.  Relações entre astrócitos e neurônios.  A proximidade entre astrócitos e neurônios é esperada em córtex normal. Para mais exemplos, clique
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GFAP. Substância branca.    Na substância branca, observavam-se muitas células com citoplasma abundante, contorno arredondado e positivas para GFAP.  Não eram exatamente o esperado para astrócitos gemistocíticos, já que se visualizavam  poucos prolongamentos citoplasmáticos.  A positividade para GFAP afasta natureza macrofágica.  Foram positivas também para vimentina
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Vimentina.  Leptomeninge  espessada.    A vimentina, outro filamento intermediário do citoesqueleto,  tem distribuição ubiquitária em muitas linhagens celulares, inclusive conjuntivas.  Aqui marcou com elegância os delicados fibroblastos da aracnóide, delineando o fino emaranhado de prolongamentos citoplasmáticos entre as fibras colágenas da leptomeninge espessada.  Para estas células em HE e tricrômico de Masson, clique. 
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VIM.  Células da aracnóide.    Como vimentina é um filamento intermediário do citoesqueleto, o que vemos positivo neste preparado é o citoplasma das células, não fibrilas extracelulares como colágeno ou reticulina.  Para estas, ver as colorações especiais, tricrômico de Masson e impregnação argêntica de Gomori.  Leucócitos são vimentina positivos. Na última linha à direita, ver exemplo de marginação leucocitária
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Vimentina.  Substância branca.   Vimentina marca os vasos, normais ou espessados, através da positividade citoplasmática para fibroblastos e células endoteliais.  Colágeno, evidentemente, não se marca, corando-se em azul pela hematoxilina, corante de fundo. 
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Vim.  Vasos.
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Vim.  Astrócitos gemistocíticos.  Estas células expressam vimentina e GFAP. Para aspectos com GFAP, LFB-Nissl e HE, clique. 
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Agradecimentos.    Caso do Centro Infantil Boldrini, Campinas, SP, estudado com a colaboração do Prof. Dr. Fábio Rogério, Departamento de Anatomia Patológica da FCM-UNICAMP.   Reações imunohistoquímicas executadas no Laboratório de Pesquisa do Departamento de Anatomia Patológica da FCM-UNICAMP pelas técnicas Ana Claudia Sparapani Piaza, Luzia Aparecida Magalhães Ribeiro Reis e Arethusa de Souza. 
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Para mais imagens deste caso e texto:
RM, TC pós op Macro  HE  Masson, Reticulina
LFB-Nissl  IH - MAP2, NeuN, SMI32 IH - GFAP, VIM  IH - CD34, Ki67
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