Atlas  de  anatomia  do  cérebro  humano 
em  12  cortes  coronais  ou  frontais.
Página  índice  da  série
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Prof. Dr. Luciano de Souza Queiroz.  Depto de Anatomia Patológica,  FCM - UNICAMP
Profa. Dra. Maria Júlia Marques.  Depto de Anatomia, Biologia Celular e Fisiologia e Biofísica,  IB - UNICAMP 
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Localização aproximada dos cortes coronais ou frontais pelo encéfalo.

Clique para ir direto a cada peça. 
(1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11) (12). 

Pontos de referência em corte sagital mediano de encéfalo. 

Índice alfabético de todas estruturas demonstradas, com links diretos às figuras. 

Tabela de legendas (glossário)

Sobre estas páginas.

Literatura consultada

Obs.   Estruturas indicadas nas fotos legendadas têm definições dinâmicas que aparecem ao passar o mouse. 

Confira imagens para exercícios no fim das páginas (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10). 

Links para outras séries de cortes coronais do crânio e cérebro em peças, lâminas, tomografia computadorizada e ressonância magnética.

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Cortes coronais,  face anterior
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Cortes coronais,  face posterior
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Pontos de referência em estruturas da linha média do cérebro. 

Passe o mouse para legendas, clique para ir a corte coronal representativo.

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Índice alfabético com links aos cortes coronais. 
Tente também o comando localizar (ctrl+F) do browser. 

A-C

Abertura lateral do IV ventrículo (Luschka) 7a2
Abertura mediana do IV ventrículo (Magendie) 8b2
Aderência intertalâmica 4b, 4b1
Alveus 6a2
Aqueduto cerebral, mesencefálico ou de Sylvius 7b, 7b1, 8a, 8a2
Aracnóide 7a2, 8b2, 9a1, 10a1
Artéria basilar 4a, 4a2
Artéria cerebral anterior 1b, 3a, 3b1, 5a1, 5b, 6b1, 8a1
Artéria cerebral média 2b, 3a, 3b, 3b1, 4a1, 4a2, 4b1, 5a1, 5a2, 5b, 5b1, 6b1
Artéria cerebral posterior 4a2, 4b1, 5a1, 5a2, 5b, 5b1, 6a2, 6b1, 7a1, 7a2, 7b1, 8a1, 8a2
Artéria vertebral 7a2
Artérias lentículo-estriadas 3b1, 4a1
Bulbo ou medula oblonga 6b, 7a2, 7b, 8a, 8a2, 8b
Calcar avis 10a

Cápsula externa 3a, 3b1, 4a1, 5b1, 6a1
Cápsula extrema 3a, 3b1, 4a1, 5b1, 6a1Cápsula interna 3b, 3b1, 4a, 4a1, 4b, 5a, 5a1, 5b, 5b1, 6a, 6a1, 6b, 7a, 8a
Cápsula interna, ramo anterior 2b
Centro branco medular do cérebro ou centro semioval 5a, 5b, 6a, 7a
Cerebelo 6a
Cerebelo, amígdala 8a2, 9a, 10a1
Cerebelo, centro branco medular 8b, 8b1, 9a, 11a
Cerebelo, córtex 9a1, 10a2
Cerebelo, flóculo 7a
Cerebelo, hemisfério 7a, 7b, 8a, 8a2, 8b, 11a, 12a
Cerebelo, língula 8b2, 9a2
Cerebelo, nódulo 8b1, 9a2
Cerebelo, núcleo denteado 9b1, 10a, 10a2, 11a, 11a1
Cerebelo, núcleos 8b1
Cerebelo, tenda (posição da) 8b2, 10a
Cerebelo, valécula 11a
Cerebelo, vermis 8b, 8b1, 9a, 9a1, 9a2, 9b1, 10a, 10a2, 11a, 12a
Cerebelo, véu medular superior 9a2
Cíngulo, fascículo 2b
Cisterna magna 8b1, 9a, 10a1
Cisterna perimesencefálica ou ambiens 5a2, 6b, 7a1, 7a2, 8a, 8a2
Cisterna superior, da lâmina quadrigêmea ou da veia cerebral magna ou de Galeno 8b, 9a1, 9b
Cisterna supraselar 4a1
Claustrum 2b, 3a, 3b, 3b1, 4a, 4a1, 5a1, 5b1, 6a1
Colículo inferior 7b1, 8a2
Colículo superior 7b1, 8a2
Comissura anterior 3b, 3b1, 4a, 4a1
Coroa radiada 4a, 4b
Corpo caloso, corpo 2b, 3b, 3b1, 4a, 5a, 5b, 6b, 6b1, 7a, 7b, 8a
Corpo caloso, esplênio 8b, 9a, 9a1, 9b
Corpo caloso, joelho 1b, 2a
Corpo caloso, radiação posterior (fórceps maior) 9b, 10a
Corpo geniculado lateral 6b, 6b1, 7a, 7a1, 7a2
Corpo restiforme (pedúnculo cerebelar inferior)  8a2
Córtex cerebelar 9a1, 10a2
Córtex cerebral 9a1, 10a2
Córtex visual primário (área 17) 12a1
Cuneus 12a, 12a1

E - L

Eminência colateral 8a1
Estria de Gennari 12a1
Estria terminal do tálamo (posição da) 7a
Fascículo mamilo-talâmico 5a1
Fímbria do hipocampo 5a2, 6a2
Fissura calcarina 12a, 12a1
Fissura longitudinal do cérebro ou interhemisférica
1a, 2a, 4a, 6a, 10a, 11a
Fissura sylviana (sulco lateral do cérebro) 5a1, 5a2
Fissura transversa do cérebro 7b1, 8a
Foice do cérebro (posição da) 7b, 10a
Forâmen de Magendie (abertura mediana do IV ventrículo) 8b2
Forâmen interventricular (Monro)
4a2, 4b1, 5a, 5a1, 5b1, 6a, 6b1
Formação hipocampal 4a, 4a2, 4b, 4b1, 5a, 5a1, 5a2,
5b, 6a, 6b, 7a, 7a1, 7a2, 7b, 7b1, 8a, 8a1, 8a2,8b, 9a, 9a1
 

Formação hipocampal, alveus 6a2
Formação hipocampal, fímbria 6a2
Fórnix, colunas 3b, 3b1, 4a1
Fórnix, corpo 4b, 4b1, 5a, 5b, 6a1, 6b, 6b1, 7a, 8a1
Fórnix, fímbria 7a, 7a1, 7b, 7b1, 8a, 8a1, 9a1
Fossa interpeduncular 4b, 4b1, 5a
Giro do cíngulo 1a, 1b, 2a, 2b, 6a, 7a, 8a, 9a, 9b, 10a
Giro do cíngulo, istmo 9b, 10a
Giro frontal inferior 1a
Giro frontal médio 1a
Giro frontal superior 1a
Giros occípito-temporais 4a2
Giro occípito-temporal lateral 6a2, 7a1, 9b, 10a
Giro occípito-temporal medial 9b, 10a
Giro parahipocampal 5a1, 5a2, 6a2, 7a1
Giro reto 1a, 1b
Giro subcaloso 2b, 3a
Giro temporal inferior 4a2, 5a1, 5a2, 6a2, 7a1, 9b, 10a, 11a
Giro temporal médio 4a2, 5a1, 5a2, 9b, 10a
Giro temporal superior 4a2, 5a1, 9b, 10a, 11a
Giros orbitários 1a
Glândula pineal 7b, 7b1, 8a, 8a1, 8a2
Globo pálido 3b, 3b1, 4a, 4a1
Hemisfério cerebelar 7a
Hipotálamo 3b1, 4a1
Insula 2b, 3a, 3b1, 4a, 4a1, 5a1, 5b, 5b1, 6a, 6a1, 6b1, 7a
Lâmina medular interna (tálamo) 6a1
Lobo frontal 1a, 2a, 3a
Lobo occipital 12a
Lobo parietal 9a
Lobo temporal, 2a, 2b
Lóbulo paracentral 9b, 11a, 12a
Lóbulo parietal inferior 9b, 11a, 12a
Lóbulo parietal superior 11a
Locus ceruleus 7b1, 8a, 8a2

M - S

Mesencéfalo 5b, 6a, 6b, 7a, 7a1, 7b
Nervo facial (VII) 6a
Nervo oculomotor (III) 4a2
Nervo óptico (II) 3a
Nervo trigêmeo (V) 5a, 5a1
Nervo vestíbulo-coclear (VIII) 6a
Núcleo accumbens 2b
Núcleo amigdalóideo 3b, 4a, 4a2
Núcleo basal de Meynert 4a1
Núcleo caudado 4a1, 4b
Núcleo caudado, cabeça 2a, 2b, 3a, 3b, 3b1
Núcleo caudado, cauda 5b1, 6a2, 6b1, 7a1, 7a2, 7b1, 8a, 8a1
Núcleo caudado, corpo 5a, 5a1,5b, 6a, 6a1, 6b, 6b1, 7a, 8a, 8a1
Núcleo lentiforme 4b, 5a, 5a1, 6a, 6a1
Núcleo olivar inferior 7a, 7a2
Núcleo rubro 5b1, 6a, 6a1
Núcleo subtalâmico (corpo de Luys) 4b, 4b1, 5a, 5a1
Óbex (bulbo) 8b2
 

Pé do hipocampo 4a2
Pedúnculo cerebelar inferior 8a2
Pedúnculo cerebelar médio 6b, 7a, 7a2, 7b, 8a, 8a2
Pedúnculo cerebelar superior 9a2
Pedúnculo cerebelar superior, decussação 6b1, 7a, 7a2
Pedúnculo cerebral (mesencéfalo) 4b1, 5a, 5b, 6a, 6b1, 7a, 7a1
Pia-máter 8a1, 8a2, 8b, 9a1
Pineal 7b, 7b1, 8a, 8a1, 8a2
Pirâmides bulbares 5a, 5b, 5b2, 6a, 7a
Placa quadrigêmea 7b, 8a, 8a1
Plexo coróide do quarto ventrículo 8b1, 8b2
Plexo coróide do ventrículo lateral 4b, 4b1, 5a, 5a2, 5b1, 6a2, 7a1, 7b, 7b1, 8a, 8a1, 8a2, 8b, 9a, 9a1, 9b1, 10a
Ponte 6a, 6a1, 6b
Ponte, base 4a, 4b, 4b1, 5a, 5a1, 5b, 5b1, 7a, 7a2
Ponte, tegmento 7b, 8a, 8a2
Pré-cuneus 9b, 11a, 12a, 12a1
Putâmen 2b, 3a, 3b, 3b1, 4a, 4a1, 5b, 5b1, 6a1, 6b, 6b1, 7a
Quiasma óptico 3a
Radiação óptica 8b, 9a, 9a1, 9b, 10a, 11a
Septo pelúcido 2b, 3a, 4a1, 4b1, 6a1
Striatum 3a, 8a1
Subiculum 5a2, 7a1
Substância branca 6a
Substância negra (mesencéfalo) 4b, 4b1, 5a, 5a1,5b1, 6a, 6a1, 6a2
Substância perfurada posterior 5b1, 5b2
Substantia innominata 4a1
Sulco bulbo-pontino 6a, 7a2
Sulco central (Rolando) 9b
Sulco colateral 4a2, 5a2, 6a2, 8a1
Sulco do cíngulo 12a
Sulco lateral (Sylvius) 2a, 2b, 3a, 4a, 4a1, 5b, 7b, 9b
Sulco occípito-temporal 6a2
Sulco parieto-occipital 12a, 12a1
Sulco pós-central 12a
Sulco temporal inferior 5a2
Sulco temporal superior 5a2

T - Z

Tálamo 4b, 4b1, 5a, 5b, 5b1, 6a, 6a1, 6b, 6b1, 7a, 7b, 7b1
Tálamo, estria terminal (posição da) 7a
Tálamo, pulvinar 8a, 8a1
Tálamo, veia terminal 6b1, 7a, 7b1, 8a, 8a1
Tapetum (fibras do corpo caloso) 9a, 9a1, 11a
Tectum mesencefálico 7b
Tela coróidea 7b1, 8a1, 8a2
Tenda do cerebelo (posição da) 7b, 8b2
Trato córtico-espinal 5a, 5a1, 5b2, 6a1, 6a2, 6b1, 7a1
Trato olfatório 1a
Trato óptico 3b, 3b1, 4a, 4a1, 5a2, 5b1, 6a2
Trígono colateral 8b
 

Trígono das habênulas 7b1
Tubérculo cuneiforme (bulbo) 8b2
Tubérculo grácil (bulbo) 8b2
Uncus 3b, 4a2, 5a2
Veia cerebral magna (Galeno) 8b2, 9a, 9a1, 9b
Veia terminal do tálamo (ou veia tálamo-estriada) 6b1, 7a, 7b1, 8a, 8a1
Ventrículo lateral, átrio 8b, 9a, 9a1
Ventrículo lateral, corno anterior 1b, 2a, 2b, 3a
Ventrículo lateral, corno inferior 3b, 4a, 4a2, 4b, 5a2, 5b, 5b1, 6a2, 6b, 6b1, 7a1, 7a2, 8a, 8a1, 8a2, 8b
Ventrículo lateral, corno posterior  9b, 10a, 11a, 12a1
Ventrículo lateral, corpo 3b, 4a, 4a1, 4b, 4b1, 5a, 5b, 6a, 6b, 7a, 7b, 8a, 8a1, 8b
Ventrículo, quarto 8b
Ventrículo, quarto, abertura medial (Magendie) 8b2
Ventrículo, quarto, assoalho 8a2, 8b1, 8b2
Ventrículo, quarto, forâmen lateral (Luschka) 9a2
Ventrículo, quarto, recesso lateral 8a2, 8b2, 9a, 9a2
Ventrículo, quarto, teto 9a, 9a2, 9b1, 10a2
Ventrículo, terceiro 3b, 3b1, 4a, 4a1, 4a2, 4b, 4b1, 5a, 5b, 6a, 6b, 6b1, 7a, 7a2, 7b, 7b1
Véu medular superior do cerebelo 9a2
Virchow–Robin, espaços 2b1, 4a1
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Legendas_(também aparecem ao passar o mouse sobre as indicações nas imagens).
  • Aderência intertalâmica: formação do diencéfalo, tálamo. Contém os núcleos medianos do tálamo, que participam das vias do sistema límbico. 
  • Alveus. Fina camada de substância branca que recobre a superfície ventricular do hipocampo. É formado por fibras mielínicas que se continuam no fórnix. 
  • Amígdala cerebelar: ou tonsila, lobo do hemisfério cerebelar que se projeta medialmente sobre a face dorsal do bulbo. A cisterna magna situa-se entre as amígdalas e o bulbo. 
  • Aqueduto cerebral, mesencefálico ou de Sylvius: une o III ventrículo ao IV ventrículo, correndo no dorso do mesencéfalo abaixo da placa quadrigêmea. 
  • Aracnóide: uma das meninges, membranas que envolvem o sistema nervoso central. A aracnóide se dispõe entre a dura-máter, mais externa, e a pia-máter, mais interna. Entre a aracnóide e a pia-máter se localiza o espaço sub-aracnóideo, que contém líquor. 
  • Artéria basilar: formada pela fusão das artérias vertebrais direita e esquerda, ocupa o sulco basilar, na base da ponte. Divide-se nas duas artérias cerebrais posteriores. 
  • Artéria cerebral anterior. Ramo da A. carótida interna, irriga a face medial dos hemisférios cerebrais. 
  • Artéria cerebral média. Ramo da A. carótida interna, irriga a convexidade dos hemisférios cerebrais e os núcleos da base. 
  • Artéria cerebral posterior. Resultante da bifurcação da A. basilar, irriga a face inferior dos hemisférios cerebrais, face medial posterior (área visual), tálamos e formações hipocampais. 
  • Artérias vertebrais. Primeiro ramo das artérias subclávias, ascendem pelos forâmens transversos das vértebras cervicais, perfuram a membrana atlanto-occipital, a dura e a aracnóide, penetrando no crânio pelo forâmen magno. Percorrem a face ventral do bulbo e, ao nível do sulco bulbo-pontino, fundem-se em um tronco único, a artéria basilar. 
  • Artérias lentículo-estriadas.  Ramos iniciais do tronco da A. cerebral média, dirigem-se aos núcleos da base. Principais vasos envolvidos na hemorragia cerebral hipertensiva. 
  • Base do pedúnculo cerebral: porção ventral do mesencéfalo. 
  • Bulbo ou medula oblonga. Porção mais inferior expandida do tronco cerebral, contém fibras ascendentes (lemnisco medial) e descendentes (pirâmides) que conectam os níveis superiores à medula espinal, bem como vários núcleos de nervos cranianos e o centro respiratório, entre outros. Comunica-se ao cerebelo via pedúnculo cerebelar inferior. 
  • Calcar avis.  Proeminência na face interna do corno posterior do ventrículo lateral causada pelo sulco calcarino. 
  • Cápsula externa: faixa de substância branca situada entre o núcleo lentiforme e o claustrum, no telencéfalo. 
  • Cápsula extrema: faixa de substância branca situada entre o claustrum e o córtex da ínsula (giro telencefálico), no telencéfalo. 
  • Cápsula interna: importante conjunto de fibras de projeção do telencéfalo, contém a maioria das fibras que entram ou saem do córtex cerebral. As fibras que se dirigem ao córtex vêm do tálamo, sendo denominadas radiações talâmicas. As fibras originadas no córtex formam os tratos descendentes (córtico-espinal, córtico-pontino e córtico-nuclear, dentre outros). A cápsula interna separa o tálamo, medialmente, do núcleo lentiforme (putâmen + globo pálido), lateralmente. Acima do núcleo lentiforme se continua como coroa radiada e inferiormente, com a base do pedúnculo cerebral. Possui três partes: ramo anterior, ramo posterior e joelho. 
  • Centro branco medular do cerebelo: substância branca do cerebelo, que é revestida externamente por fina camada de substância cinzenta, o córtex cerebelar. 
  • Centro branco medular do encéfalo: conjunto de fibras mielínicas (substância branca) de associação e projeção do telencéfalo. Inclui a coroa radiada, radiação do corpo caloso e feixes de associação interlobares dos hemisférios cerebrais. 
  • Centro semioval.  Substância branca dos hemisférios cerebrais acima do corpo caloso (termo usado principalmente em cortes axiais ou horizontais). 
  • Cisterna magna. Ou cisterna cerebelo-medular, a maior das cisternas intracranianas, situada entre as amígdalas cerebelares e a face posterior do bulbo. 
  • Cisterna perimesencefálica ou ambiens. Situada em torno do mesencéfalo, contém as artérias cerebrais posteriores. 
  • Cisterna superior, da lâmina quadrigêmea ou da veia cerebral magna de Galeno.  Situada dorsalmente ao teto do mesencéfalo, entre a face superior do vermis cerebelar e o esplênio do corpo caloso. 
  • Cisterna supraselar. Situada entre a face inferior do hipotálamo e a hipófise. Contém a haste hipofisária. 
  • Claustrum: núcleo telencefálico cuja função parece estar relacionada à atenção visual, juntamente com o pulvinar do tálamo. 
  • Colículo inferior (na placa quadrigêmea): via auditiva. Recebe o lemnisco lateral e envia para o tálamo, para o corpo geniculado medial (núcleo geniculado medial) através do braço do colículo inferior. 
  • Colículo superior (na placa quadrigêmea): relacionado aos movimentos dos olhos e atenção visual, recebe fibras do trato óptico através do braço do colículo superior. 
  • Comissura anterior: comissura telencefálica, interconecta partes dos lobos temporais e algumas fibras olfatórias. 
  • Coroa radiada. Conjunto de fibras de projeção (ascendentes e descendentes) situadas acima do núcleo lentiforme, que conectam o córtex cerebral às partes inferiores do cérebro através da cápsula interna. 
  • Corpo amigdalóide, núcleo amigdalóide ou amígdala: complexo de núcleos (substância cinzenta) localizado no lobo temporal, na extremidade anterior do corno inferior do ventrículo lateral, onde faz discreta proeminência em seu teto (região do polo temporal). Tem relação com a cauda do núcleo caudado. Através da estria terminal do tálamo, projeta para a área septal (telencéfalo) e hipotálamo (diencéfalo). Participa de conexões do sistema límbico. Envolvido nos aspectos emocionais do olfato, é um centro regulador do comportamento sexual e da agressividade. 
  • Corpo caloso: comissura que conecta os dois hemisférios cerebrais. Curva-se em arco e descrevem-se as seguintes partes, de posterior para anterior: esplênio, tronco, joelho e rostro. 
  • Corpo estriado. Conjunto nuclear do telencéfalo formado pelo núcleo caudado, putâmen e globo pálido. O putâmen e globo pálido juntos constituem o núcleo lentiforme. O núcleo caudado é separado do núcleo lentiforme em quase toda sua extensão pela cápsula interna, exceto na extremidade anterior. Do ponto de vista filogenético, estrutural e funcional, o núcleo caudado e o putâmen formam uma unidade, conhecida como neo-estriado ou striatum. O termo é devido às fibras da cápsula interna que atravessam o núcleo, dando aspecto em estrias brancas e cinzentas alternadas. O globo pálido é uma parte mais antiga, também chamada de páleo-estriado ou pallidum. 
  • Corpo geniculado lateral: núcleo talâmico (grupo posterior) da via óptica. Chama a atenção ao corte pelo tom mais pardacento e contorno às vezes comparado ao ‘chapéu de Napoleão’. Recebe os axônios provenientes da retina através dos nervos, quiasma e tratos ópticos e origina a radiação óptica, que se dirige ao córtex visual primário na fissura calcarina, área 17 de Brodmann. 
  • Corpo mamilar: formação do hipotálamo, contém os núcleos mamilares e faz parte de conexões do sistema límbico, dentre elas o circuito de Papez. Sua principal aferência vem pelo fórnix. Através do fascículo mamilo-talâmico projeta para o núcleo anterior do tálamo. 
  • Córtex cerebelar: substância cinzenta do cerebelo que contém neurônios dispostos em 3 camadas (a partir da meninge: molecular, de células de Purkinje e granulosa). O córtex envolve um centro de substância branca, o centro branco medular do cerebelo. 
  • Córtex cerebral: substância cinzenta que se dispõe em uma camada na superfície externa do cérebro. Contém neurônios que recebem, processam e enviam estímulos nervosos, e na maior parte do cérebro (neocórtex), arranjam-se em seis camadas. 
  • Cuneus. Área na face medial do hemisfério cerebral, em forma de cunha, limitada pelos sulcos parieto-occipital e calcarino. Forma a superfície medial do lobo occipital. 
  • Decussação do pedúnculo cerebelar superior: fibras eferentes do cerebelo, provenientes dos núcleos cerebelares, que cruzam o plano mediano no mesencéfalo e se dirigem ao núcleo rubro e tálamo (núcleo ventral lateral – VL). 
  • Eminência colateral. Saliência longitudinal no assoalho do corno inferior do ventrículo lateral produzida pelo sulco colateral (sulco da face inferior dos hemisférios cerebrais). 
  • Espaços de Virchow-Robin. Continuações em dedo de luva do espaço subaracnóideo em torno de vasos que penetram no cérebro. Contêm líquor. Tendem a alargar-se com a idade, especialmente em pacientes com hipertensão arterial crônica.
  • Estria de Gennari.  Fina lâmina de fibras mielínicas situada na camada IV do córtex visual primário. Corresponde à chegada das fibras da radiação óptica, que vêm do corpo geniculado lateral. 
  • Estria terminal do tálamo. Feixe de fibras originadas no corpo amigdalóide que se dirigem ao hipotálamo. Situa-se na margem externa da superfície superior do tálamo, junto ao núcleo caudado, correndo paralela à veia terminal do tálamo ou tálamo-estriada. 
  • Fascículo mamilo-talâmico: feixe que se origina nos corpos mamilares e se dirige ao núcleo anterior do tálamo. Faz parte de conexões do sistema límbico. 
  • Fibras transversas da ponte (fibras pontinas ou ponto-cerebelares): fibras que cruzam o plano mediano e penetram no cerebelo pelo pedúnculo cerebelar médio. Participam da via córtico-ponto-cerebelar. 
  • Fímbria do fórnix ou do hipocampo. Conjunto de fibras originadas no alveus do hipocampo, situado ao longo da borda medial da formação hipocampal, que se continua com as pernas do fórnix. 
  • Fissura calcarina. Sulco na face medial do lobo occipital correspondendo à área 17 de Brodmann ou córtex visual primário. 
  • Fissura cerebelar posterior. Incisura que separa os hemisférios cerebelares posteriormente, e encaixa-se com a foice do cerebelo, uma dobra de dura-máter.
  • Fissura longitudinal do cérebro ou fissura interhemisférica. Separa incompletamente os hemisférios cerebrais. Contém a foice do cérebro (uma dobra da dura-máter) e as artérias cerebrais anteriores. Na porção central é limitada inferiormente pelo corpo caloso, a principal comissura que une os hemisférios. 
  • Fissura transversa do cérebro: situada abaixo do fórnix e corpo caloso e acima da face superior do tálamo, contém pia-máter e plexo coróide do teto do III ventrículo. 
  • Flóculo. Porção lateral do lobo flóculo-nodular do cerebelo, a região mais antiga (arquicerebelo), que recebe conexões vestibulares. Situa-se anteriormente, nas vizinhanças do pedúnculo cerebelar médio e do recesso lateral do IV ventrículo. O lobo flóculo-nodular é separado do restante do cerebelo pela fissura póstero-lateral, a primeira a aparecer tanto na ontogênese quanto na filogênese. As outras partes do cerebelo são o paleocerebelo, com conexões principalmente espinais e o neocerebelo, com conexões principalmente com o córtex cerebral. 
  • Foice do cérebro. Dobra de dura-máter situada no plano sagital mediano, que separa incompletamente os hemisférios cerebrais. Insere-se anteriormente na apófise crista galli do etmóide e termina posteriormente na tenda do cerebelo. Na sua margem superior, onde se continua com a dura-máter da convexidade, abriga o seio sagital superior (= seio longitudinal superior). Na junção da foice com a tenda do cerebelo encontra-se o seio reto. 
  • Forâmen de Magendie.  Abertura mediana ímpar do IV ventrículo na cisterna magna. 
  • Forâmens de Luschka. Aberturas laterais do IV ventrículo na extremidade dos recessos laterais. 
  • Forâmens interventriculares ou de Monro.  Conectam os ventrículos laterais ao III ventrículo, estando parcialmente ocupados pelo plexo coróide. 
  • Fórceps maior. Fibras comissurais do esplênio do corpo caloso, que se curvam posterior e medialmente, penetrando nos lobos occipitais. 
  • Fórceps menor. Fibras comissurais do joelho do corpo caloso, que se curvam anteriormente e conectam as superfícies mediais e laterais dos lobos frontais. 
  • Formação hipocampal: formação do sistema límbico no lobo temporal. Contém o giro denteado, hipocampo e subiculum. Seu principal feixe eferente é o fórnix, que se projeta para os corpos mamilares (diencéfalo) e área septal (telencéfalo). A extremidade anterior é expandida e apresenta digitações (pé do hipocampo). 
  • Fórnix: feixe eferente da formação hipocampal, que se dirige para os corpos mamilares, área septal e núcleo anterior do tálamo. Seu nome deriva do latim, arco, por se curvar através do sistema ventricular lateral. Descrevem-se as seguintes partes: pernas (posteriores, saindo do hipocampo), corpo (porção central) e colunas (anteriores, que chegam aos corpos mamilares). 
  • Fossa interpeduncular: depressão situada anteriormente na linha média do mesencéfalo, entre as bases dos pedúnculos cerebrais. Por aí penetram vasos que nutrem o mesencéfalo, ramos da A. basilar e Aa. cerebrais posteriores. 
  • Giro cíngulo: giro telencefálico que participa de conexões do sistema límbico, dentre elas o circuito de Papez. O giro é limitado na sua margem interna, junto ao corpo caloso, pelo sulco do corpo caloso e, na margem oposta, pelo sulco do cíngulo.  A porção posterior do giro do cíngulo, que contorna o esplênio do corpo caloso, chama-se istmo do giro do cíngulo, e se continua com o giro parahipocampal. 
  • Giro occípito-temporal lateral (ou giro fusiforme). Giro da face inferior do hemisfério cerebral (lobos temporal e occipital) situado entre o sulco colateral e o sulco occípito-temporal, que o separa do giro temporal inferior. 
  • Giro occípito-temporal medial. Giro da face inferior do hemisfério cerebral (lobos temporal e occipital) situado entre o sulco calcarino e o sulco colateral. Continua-se anteriormente com o giro parahipocampal (cuja extremidade anterior é o uncus). 
  • Giro parahipocampal: giro telencefálico que, junto com a formação hipocampal, participa de circuitos do sistema límbico envolvidos com memória. Corresponde ao giro mais medial do lobo temporal, junto ao mesencéfalo, e entre eles passa a artéria cerebral posterior. A extremidade anterior do giro parahipocampal é recurvada em forma de gancho (uncus). 
  • Giro reto. O giro mais medial da face inferior do lobo frontal, que acompanha o trato olfatório. 
  • Giro subcaloso. Faz parte da área septal, região situada abaixo do rostro do corpo caloso e adiante da lamina terminalis e da comissura anterior. Corresponde a um dos centros de prazer do cérebro. 
  • Giros frontais superior, médio e inferior. Situados anteriormente ao sulco pré-central e separados pelos sulcos frontal superior e inferior. O giro frontal inferior esquerdo corresponde na maioria dos indivíduos à zona motora da fala (área de Broca). 
  • Giros orbitários. Giros da face inferior do lobo frontal situados sobre o teto da órbita. 
  • Giros temporais superior, médio e inferior. Situados na face lateral (convexidade) do lobo temporal, separados pelos sulcos temporais superior e inferior. No giro temporal superior, na face voltada para o assoalho do sulco lateral, situa-se o centro cortical da audição. O giro temporal inferior forma a borda ínfero-lateral do hemisfério e é limitado medialmente pelo sulco occípito-temporal. 
  • Glândula pineal ou epífise: situada no epitálamo, glândula endócrina envolvida no ciclo reprodutivo. 
  • Globo pálido ou pallidum: núcleo telencefálico, participa das conexões dos núcleos da base. Possui uma porção lateral ou externa, que estabelece conexões com o núcleo subtalâmico (via indireta) e uma porção medial ou interna, que projeta para núcleos talâmicos envolvidos com o controle motor (ventral anterior e ventral lateral). Separando o globo pálido do putâmen há uma fina lâmina de substância branca, a lâmina medular lateral. O globo pálido apresenta uma outra fina lâmina, a lâmina medular medial, separando as porções lateral e medial.
  • Haste hipofisária ou infundíbulo hipofisário. Projeção cônica da eminência mediana do tuber cinéreo que conecta o hipotálamo à glândula hipófise. 
  • Hemisfério cerebelar: massas laterais pares que se prendem a uma porção mediana ímpar, o vermis. 
  • Hipotálamo: assoalho do diencéfalo, divide-se em partes pré-óptica, tuberal e mamilar. Tem importantes funções relacionadas ao controle homeostático geral do corpo e atividades viscerais. 
  • III ventrículo: cavidade mediana do diencéfalo, em comunicação com os ventrículos laterais através dos forâmens de Monro e com o IV ventrículo através do aqueduto de Sylvius. 
  • Ínsula: lobo do telencéfalo, corresponde à área cortical da gustação. 
  • IV ventrículo: cavidade do rombencéfalo, situada entre o bulbo e a ponte ventralmente e o cerebelo, dorsalmente. Seu conteúdo é o líquor. Continua-se cranialmente com o aqueduto cerebral. Apresenta uma abertura mediana inferior (forâmen de Magendie) e recessos laterais, prolongamentos da cavidade que contêm plexo coróide e se abrem nos forâmens de Luschka. As aberturas comunicam o IV ventrículo à cisterna magna. 
  • Lâmina medular interna do tálamo. Lâmina longitudinal e vertical de substância branca que separa importantes grupamentos nucleares do tálamo. Anteriormente, bifurca-se, delimitando os núcleos do grupamento anterior. 
  • Lamina terminalis. Fina lâmina de tecido nervoso que fecha a extremidade anterior e inferior do III ventrículo. Une os dois hemisférios cerebrais e se situa entre o quiasma óptico embaixo e a comissura anterior em cima. 
  • Língula. Divisão mais anterior do vermis cerebelar, sem equivalente nos hemisférios. 
  • Lobo frontal: lobo anterior do telencéfalo situado acima do sulco lateral e na frente do sulco central.
  • Lobo occipital: lobo posterior do telencéfalo, delimitado na face medial do hemisfério pelo sulco parieto-occipital, e na face externa por uma projeção imaginária do mesmo. 
  • Lobo parietal: lobo do telencéfalo situado acima do sulco lateral e atrás do sulco central. É delimitado do lobo occipital por uma projeção imaginária do sulco parieto-occipital da face medial sobre a convexidade do hemisfério cerebral. 
  • Lobo temporal: lobo do telencéfalo situado abaixo do sulco lateral. Posteriormente faz limite com o lobo occipital por uma projeção imaginária do sulco parieto-occipital da face medial sobre a convexidade do hemisfério cerebral. O limite com o lobo parietal é por uma linha perpendicular à acima, partindo da extremidade posterior do sulco lateral. 
  • Lóbulo paracentral.  Giro que contorna a extremidade superior do sulco central, na margem súpero-medial do hemisfério cerebral. Controla movimentos dos membros inferiores e da região perineal. 
  • Lóbulos parietais superior e inferior. Separados pelo sulco intraparietal. No lóbulo parietal inferior descrevem-se dois importantes giros, o giro supramarginal, curvado em torno da extremidade do ramo posterior do sulco lateral (ou de Sylvius); e o giro angular, curvado em torno da porção terminal e ascendente do sulco temporal superior. Estas regiões no hemisfério dominante estão associadas à compreensão da palavra falada, e seu dano leva à afasia sensitiva ou de Wernicke. 
  • Locus ceruleus. Núcleo formado por neurônios noradrenérgicos contendo neuromelanina, situado no tegmento pontino, com amplas conexões e funções complexas, inclusive modulação de circuitos de atenção e memória, e participando no controle do sono. 
  • Mesencéfalo. Porção superior e mais curta do tronco cerebral, situada entre a ponte e o diencéfalo. A parte basal ou anterior corresponde à base do pedúnculo cerebral, com as vias descendentes à ponte, bulbo e medula espinal. Na porção dorsal ou tegmento mesencefálico estão importantes vias ascendentes, núcleos de nervos cranianos, o núcleo rubro e o aqueduto cerebral ou de Sylvius. Dorsal a este situa-se o tectum mesencefálico, composto pelos colículos superiores (parte da via óptica) e inferiores (via auditiva). 
  • Nervo facial: VII par craniano, possui fibras eferentes viscerais especiais para a musculatura da mímica e fibras aferentes viscerais relacionadas à gustação. 
  • Nervo oculomotor: III par craniano, com fibras eferentes somáticas para a maioria dos músculos extrínsecos do globo ocular, exceto o oblíquo superior (IV) e o reto lateral (VI).  Possui também fibras eferentes viscerais pré-ganglionares parassimpáticas para o gânglio ciliar e deste, para os músculos ciliar e esfíncter da pupila. 
  • Nervo trigêmeo (V par craniano): contém fibras eferentes viscerais especiais para a musculatura da mastigação e fibras aferentes somáticas gerais de grande parte da cabeça.  A raiz do trigêmeo emerge na face ântero-lateral da ponte, um pouco anterior e medial ao pedúnculo cerebelar médio. 
  • Nervo vestíbulo-coclear: VIII par craniano, possui fibras aferentes somáticas especiais relacionadas ao equilíbrio (parte vestibular) e audição (parte coclear). 
  • Nódulo. Porção vermiana do lobo flóculo-nodular do cerebelo, a porção mais antiga (arquicerebelo), que recebe conexões vestibulares. Situa-se inferiormente, colaborando na formação da metade inferior do teto do IV ventrículo. O lobo flóculo-nodular é separado do restante do cerebelo pela fissura póstero-lateral, que é a primeira a aparecer tanto na ontogênese quanto na filogênese. As outras partes do cerebelo são o paleocerebelo, com conexões principalmente espinais e o neocerebelo, com conexões principalmente com o córtex cerebral.
  • Núcleo accumbens: núcleo telencefálico, participa dos circuitos dos núcleos da base envolvidos com o sistema límbico. Recebe aferências do hipocampo e núcleo amigdalóide e projeta para partes ventrais do globo pálido interno e substância negra, parte reticulada. 
  • Núcleo ou corpo amigdalóideo, ou amígdala.  Grupo nuclear (substância cinzenta), com cerca de 2 cm. de diâmetro, situado na extremidade anterior do corno inferior do ventrículo lateral, onde faz discreta proeminência em seu teto (região do polo temporal). Tem relação com a cauda do núcleo caudado. Faz parte do sistema límbico e é um centro regulador do comportamento sexual e da agressividade. 
  • Núcleo caudado: núcleo telencefálico, participa dos circuitos dos núcleos da base envolvidos com o controle motor dos movimentos do globo ocular (corpo do caudado) e com funções cognitivas (cabeça do caudado). A cauda é um prolongamento muito delgado que pode ser acompanhado no teto do corno inferior do ventrículo lateral até as proximidades do núcleo amigdalóideo. 
  • Núcleo denteado: núcleo do cerebelo, relaciona-se ao neocerebelo ou cerebelo cortical, bem como com a coordenação e planejamento de movimentos. 
  • Núcleos centrais ou profundos do cerebelo. São grupamentos neuronais situados profundamente no centro branco medular. Neles convergem os axônios das células de Purkinje e deles saem as vias eferentes do cerebelo. São os seguintes: núcleo fastigial, situado próximo à linha média no ponto mais alto do teto do IV ventrículo – relacionado ao arquicerebelo (conexões vestibulares).  Núcleos globoso e emboliforme (reunidos pelas semelhanças funcionais e morfológicas como núcleo interpósito) – situado entre os núcleos fastigial e denteado, relacionado ao paleocerebelo (conexões espinais).  Núcleo denteado, o maior e mais lateral, relaciona-se ao neocerebelo, ou cerebelo cortical, bem como com a coordenação e planejamento de movimentos. 
  • Núcleo lentiforme. Um dos núcleos da base, formado pelo putâmen lateralmente e o globo pálido medialmente. Tem relação com a cápsula interna, que o separa do núcleo caudado e do tálamo. Lateralmente, é separado da ínsula pela cápsula externa, claustrum e cápsula extrema. Separando o globo pálido do putâmen há uma fina lâmina de substância branca, a lâmina medular lateral. O globo pálido apresenta uma outra fina lâmina, a lâmina medular medial, separando duas porções, uma lateral, outra medial. 
  • Núcleo olivar inferior ou oliva. Faz parte de circuitos cerebelares e origina as fibras olivo-cerebelares que cruzam o plano mediano (também fazem parte das fibras arqueadas internas) e penetram no cerebelo pelo pedúnculo cerebelar inferior. 
  • Núcleo rubro: núcleo do mesencéfalo, recebe fibras do cerebelo (núcleo denteado) via pedúnculo cerebelar superior, envia fibras para o núcleo olivar inferior e origina as fibras do trato rubro-espinal (via descendente). 
  • Núcleo subtalâmico (corpo de Luys): núcleo do subtálamo (transição entre o diencéfalo e o tegmento do mesencéfalo), participa das conexões motoras dos núcleos da base (via indireta), com conexões com o globo pálido. Lesões do núcleo subtalâmico levam ao hemibalismo. 
  • Núcleos grácil e cuneiforme: núcleos sensitivos que recebem os axônios dos fascículos grácil e cuneiforme. Dão origem às fibras arqueadas internas que cruzam o plano mediano (decussação sensitiva) e infletem-se cranialmente para formar o lemnisco medial. 
  • Núcleos pontinos: núcleos dispersos na base da ponte. Seus axônios constituem as fibras transversas da ponte (fibras pontinas ou ponto-cerebelares), que cruzam o plano mediano e penetram no cerebelo pelo pedúnculo cerebelar médio. Os núcleos pontinos participam da via córtico-ponto-cerebelar. 
  • Óbex. Pequena lâmina triangular de pia-máter no ângulo caudal do IV ventrículo, correspondendo à tela coróidea rota. 
  • Pedúnculo cerebelar inferior (ou corpo restiforme): feixe de fibras que penetram no cerebelo, formado pelas fibras olivo-cerebelares e pelo trato espino-cerebelar posterior. 
  • Pedúnculo cerebelar médio: feixe de fibras que penetram no cerebelo, formado pelas fibras transversais da ponte provenientes dos neurônios situados nos núcleos pontinos. Participa da via córtico-ponto-cerebelar. 
  • Pedúnculo cerebelar superior: fibras eferentes do cerebelo, provenientes dos núcleos profundos (principalmente do denteado) que cruzam o plano mediano no mesencéfalo (decussação dos pedúnculos cerebelares superiores) a caminho do núcleo rubro e outras conexões cerebelares. 
  • Pedúnculo cerebral (base do): a base e o tegmento do mesencéfalo formam o pedúnculo cerebral. A base do pedúnculo é a continuação inferior da cápsula interna e contém as vias descendentes. 
  • Pia-máter: uma das meninges, fina membrana envoltória do sistema nervoso central que se encontra intimamente aderida à superfície do tecido nervoso, penetrando em todos sulcos e reentrâncias. 
  • Pirâmides. Trato piramidal (córtico-espinal): feixe de fibras motoras que se originam, em sua maioria, nas áreas motoras do córtex cerebral (área 4 de Brodmann), no giro pré-central. Na face anterior do bulbo, formam dois feixes paralelos e justapostos. 
  • Placa quadrigêmea. Corresponde ao teto ou tectum mesencefálico, lâmina de tecido nervoso dorsal ao aqueduto de Sylvius e composta por quatro elevações ou colículos, dois superiores, relacionados à via óptica e dois inferiores relacionados à via auditiva. 
  • Plexo coróide: estrutura ricamente vascularizada formada por pia-máter e por células especializadas derivadas do epêndima, que produzem líquor. 
  • Polo temporal. Extremidade anterior do lobo temporal. 
  • Ponte.  Segmento mais volumoso do tronco cerebral, divide-se em uma porção anterior (base) e uma posterior (tegmento). Abriga o conjunto de fibras ascendentes e descendentes que conectam os hemisférios cerebrais à medula espinal. Liga-se ao cerebelo pelos pedúnculos cerebelares médios e superiores. 
  • Ponte, base da. Na base da ponte estão núcleos, cujos neurônios recebem do córtex cerebral (trato córtico-pontino) e projetam para o cerebelo através das fibras transversais da ponte, que se reúnem no pedúnculo cerebelar médio. 
  • Pré-cuneus. Área na face medial do lobo parietal, em forma quadrilateral, situada entre os sulcos do cíngulo, parieto-occipital, suprasplenial e a margem súperomedial do hemisfério. 
  • Pulvinar do tálamo: núcleo talâmico (grupo posterior), principal aferência do teto mesencefálico e eferências para o córtex de associação parieto-occipito-temporal. Sugere-se que esteja envolvido na organização de comportamentos direcionados a estímulos visuais de interesse. 
  • Putâmen: núcleo telencefálico, participa dos circuitos dos núcleos da base envolvidos com o controle motor. Recebe aferências do córtex motor primário e somestésico e, através dos núcleos ventral anterior e ventral lateral do tálamo, atua no córtex pré-motor, motor primário e área motora suplementar. 
  • Quiasma óptico: formação da via óptica onde ocorre cruzamento das fibras da metade nasal da retina. 
  • Radiação óptica (trato genículo-calcarino). Constituída pelos axônios dos neurônios do corpo geniculado lateral que terminam no córtex visual primário área 17 de Brodmann nos lábios da fissura calcarina. 
  • Recesso lateral do IV ventrículo. Prolongamento recurvado do ângulo lateral do IV ventrículo, presente bilateralmente, que se abre no espaço subaracnóideo perto do flóculo do cerebelo, através da abertura lateral do IV ventrículo (forâmen de Luschka). O recesso lateral contém parte do plexo coróide do IV ventrículo, que chega até o espaço subaracnóideo. Há também uma abertura mediana (forâmen de Magendie) na extremidade caudal do teto do IV ventrículo. É através destas três aberturas (duas laterais e uma medial) que há comunicação entre o IV ventrículo e o espaço subaracnóideo, permitindo a circulação do líquor. 
  • Recessos do III ventrículo. Pequenas projeções da cavidade principal do ventrículo. Reconhecem-se 4: recesso supraóptico, infundibular, pineal e suprapineal. 
  • Septo pelúcido: lâminas pares de tecido nervoso que formam a parede medial do corno anterior e corpo dos ventrículos laterais. Delimitam entre elas a cavidade do septo pelúcido, geralmente virtual no encéfalo adulto. 
  • Striatum. Parte dos núcleos da base constituída pelo núcleo caudado e putâmen, que são separados pela cápsula interna exceto na porção mais anterior. As duas estruturas são filogenética, estrutural e funcionalmente muito relacionadas e de aquisição mais recente que o globo pálido. O termo striatum (ou neo-estriado) é devido às fibras da cápsula interna que atravessam o núcleo, dando aspecto em estrias brancas e cinzentas alternadas. 
  • Subiculum. Área de córtex da formação hipocampal que faz a transição entre o hipocampo (arquicórtex) e o giro parahipocampal (paleocórtex). 
  • Substância branca. É formada pelos axônios mielínicos dos vários feixes de associação interlobar, comissurais (como o corpo caloso) e de projeção dos hemisférios cerebrais (como a coroa radiada, que se continua na cápsula interna). A substância branca dos hemisférios acima do corpo caloso é também chamada de centro semioval. 
  • Substância innominata: substância cinzenta e branca que separa os núcleos da base da superfície ventral do telencéfalo. Contém vários núcleos, incluindo o núcleo basal (de Meynert), com grupos de grandes neurônios colinérgicos que projetam para a maior parte do córtex telencefálico. A degeneração destes neurônios está associada à doença de Alzheimer. 
  • Substância negra: a parte reticular (ventral) recebe aferências do striatum (caudado e putâmen) e projeta para o tálamo, colículo superior e formação reticular. A parte compacta (dorsal) contém neurônios dopaminérgicos cujos axônios fazem sinapse no striatum. Degeneração dos neurônios dopaminérgicos leva ao mal de Parkinson. 
  • Substância perfurada posterior. Região da fossa interpeduncular por onde penetram pequenos vasos perfurantes responsáveis pela nutrição do mesencéfalo (ramos da A. basilar e Aa. cerebrais posteriores). 
  • Sulco bulbo-pontino. Delimita a ponte do bulbo na face ventral do tronco cerebral. Na linha média anterior, onde conflui com a fissura mediana anterior do bulbo, apresenta uma pequena depressão (forâmen cego). Do sulco bulbo-pontino emergem (da posição medial à lateral) as raízes dos nervos cranianos:  abducente (VI), facial (VII) e vestíbulo-coclear (VIII). 
  • Sulco central do cérebro ou de Rolando. Sulco profundo que percorre obliquamente a face súpero-lateral do hemisfério cerebral separando os lobos frontal e parietal. É ladeado por dois giros paralelos, um anterior ou giro pré-central (zona motora) e um posterior ou giro pós-central (zona sensitiva somestésica). O sulco pré-central situa-se anterior ao giro pré-central e o sulco pós-central situa-se posterior ao giro pós-central.
  • Sulco do cíngulo. Delimita o giro do cíngulo na sua face superior. 
  • Sulco colateral. Sulco na face inferior dos hemisférios cerebrais, Inicia-se próximo ao polo occipital e dirige-se anteriormente ao lobo temporal. Separa os giros occípito-temporal medial e occípito-temporal lateral (ou parahipocampal e occípito-temporal lateral em cortes mais anteriores). Produz uma eminência no assoalho do corno inferior do ventrículo lateral chamada eminência colateral. 
  • Sulco lateral do cérebro, ou de Sylvius, ou vale sylviano. Grande fenda na convexidade cerebral em direção antero-posterior que separa os lobos frontal e parietal (acima) do lobo temporal (abaixo). Dá acesso na sua profundidade ao lobo da ínsula e contém a artéria cerebral média e seus principais ramos. 
  • Sulco occípito-temporal.  Sulco longitudinal da face inferior do hemisfério cerebral, paralelo e externo ao sulco colateral. Separa o giro occípito-temporal lateral do giro temporal inferior, que forma a borda ínfero-lateral do hemisfério. 
  • Sulco parieto-occipital.  Sulco profundo na face medial do hemisfério que separa os lobos parietal e occipital. Encontra o sulco calcarino formando ângulo agudo. A projeção lateral do sulco parieto-occipital na convexidade separa o lobo occipital dos lobos parietal (acima) e temporal (abaixo). 
  • Tálamo: formação do diencéfalo, contém núcleos divididos em grupos (anterior, medial, posterior, lateral, mediano), relacionados a funções motoras, sensitivas e límbicas. Os núcleos anteriores ligam-se aos corpos mamilares (via fascículo mamilo-talâmico) e ao córtex do giro do cíngulo, fazendo parte de circuitos do sistema límbico. 
  • Tapetum.  Fibras da radiação posterior do corpo caloso situadas entre a radiação óptica e a superfície externa do corno posterior do ventrículo lateral. 
  • Tegmento da ponte. Porção dorsal da ponte, estrutural e funcionalmente semelhante ao bulbo e ao tegmento do mesencéfalo, com os quais se continua. O tegmento apresenta fibras ascendentes, descendentes e transversais, e núcleos de nervos cranianos. Difere da base da ponte (relacionada à via córtico-ponto-cerebelar), da qual é separado pelo corpo trapezóide (fibras dos núcleos cocleares que cruzam o plano mediano e formam o lemnisco lateral). Dorsalmente, o tegmento da ponte constitui, com o bulbo, o assoalho do IV ventrículo, não havendo delimitação entre os dois nesta face. 
  • Tela coróidea.  Pia-máter que dá suporte a, e se continua com, o plexo coróide dos ventrículos laterais, terceiro e quarto ventrículos. 
  • Tenda do cerebelo. Septo transversal de dura-máter interposto entre os lobos occipitais e o cerebelo. Separa a fossa posterior da fossa média do crânio, dividindo a cavidade craniana em compartimentos supratentorial e infratentorial. A borda anterior livre da tenda (incisura da tenda) ajusta-se ao mesencéfalo. A tenda do cerebelo continua-se acima e abaixo com a dura-máter que reveste o interior do crânio; neste ângulo encontra-se o seio transverso. Na linha média, na junção da tenda com a foice do cérebro, corre o seio reto, que recebe a veia cerebral magna ou de Galeno. 
  • Teto do IV ventrículo. Formação em forma de tenda, com a metade superior constituída pelo véu medular superior, e a metade inferior pelo véu medular inferior, parte do nódulo do cerebelo e pela tela coróidea do IV ventrículo. 
  • Trato córtico-espinal: feixe de fibras motoras que se originam, em sua maioria, nas áreas motoras do córtex cerebral (área 4 de Brodmann), no giro pré-central. Passam pela cápsula interna à base do pedúnculo cerebral no mesencéfalo, à base da ponte e ao bulbo, onde constituem as pirâmides. A maioria destas fibras cruza o plano mediano (decussação motora, na decussação das pirâmides) e passa a ocupar o funículo lateral da medula espinal (trato córtico-espinal lateral). 
  • Trato olfatório.  Trato de substância branca do telencéfalo que conecta o bulbo olfatório às regiões basais do hemisfério cerebral responsáveis pela olfação. 
  • Trato óptico: Conjunto de fibras cruzadas e não cruzadas da retina que se dirigem ao corpo geniculado lateral (no tálamo). 
  • Trígono da habênula. Duas pequenas eminências triangulares situadas entre a pineal e o tálamo.  Entre elas se interpõe a comissura das habênulas, que se continua anteriormente de cada lado com as estrias medulares do tálamo. A tela coróidea do III ventrículo insere-se lateralmente nas estrias medulares do tálamo e posteriormente na comissura das habênulas, fechando o teto do III ventrículo. 
  • Tubérculos grácil e cuneiforme. Eminências situadas na porção dorsal do bulbo junto à abertura mediana inferior do IV ventrículo. Correspondem aos núcleos grácil e cuneiforme, núcleos sensitivos que recebem os axônios dos fascículos grácil e cuneiforme. O fascículo grácil conduz impulsos nervosos provenientes dos membros inferiores e da metade inferior do tronco, relacionados a propriocepção consciente, tato epicrítico, sensibilidade vibratória e estereognosia. O fascículo cuneiforme conduz impulsos de mesma natureza dos membros superiores e da metade superior do tronco.  Neurônios dos núcleos grácil e cuneiforme dão origem às fibras arqueadas internas, que cruzam o plano mediano (decussação sensitiva) e infletem-se cranialmente para formar o lemnisco medial. 
  • Uncus. Extremidade anterior do giro parahipocampal, recurvada lembrando um gancho. 
  • Valécula. Sulco profundo que separa os hemisférios cerebelares na face inferior. O vermis inferior projeta para o teto da valécula, e é limitado em cada lado pelo sulco da valécula. 
  • Veia cerebral magna ou de Galeno. Veia calibrosa, mas curta, forma-se pela junção das duas veias cerebrais internas logo abaixo do esplênio do corpo caloso, desembocando no seio reto. Drena a maior parte das estruturas profundas, como o corpo estriado, cápsula interna, diencéfalo e centro branco medular do cérebro. 
  • Veia terminal do tálamo ou veia tálamo-estriada. Situada ao longo da estria terminal do tálamo, no sulco entre o núcleo caudado e a superfície superior do tálamo. Recebe tributárias de ambos, e nela o sangue corre em direção anterior. Nas proximidades do forâmen de Monro, une-se com a veia coróidea (proveniente do plexo coróide) para formar a veia cerebral interna. As duas veias cerebrais internas (direita e esquerda) correm juntas e paralelas na tela coróidea do III ventrículo, passam sob o esplênio do corpo caloso e unem-se para formar a veia cerebral magna ou de Galeno. A veia tálamo-estriada é o local de origem da hemorragia subependimária do prematuro. 
  • Ventrículo lateral: cavidade do telencéfalo. Descrevem-se as seguintes partes: corpo ou porção principal, e cornos anterior, posterior e inferior, situados respectivamente nos lobos frontal, occipital e temporal.  A parte central ou corpo do ventrículo estende-se do forâmen interventricular ou de Monro até o esplênio do corpo caloso. Aí a cavidade se alarga e bifurca nos cornos posterior e inferior, na região conhecida como trígono colateral ou átrio do ventrículo lateral. 
  • Vermis cerebelar: porção ímpar e mediana do cerebelo. 
  • Véu medular superior.  Fina lâmina de substância branca estendida entre os dois pedúnculos cerebelares superiores, que faz a cobertura da metade superior do IV ventrículo, em contato com a língula (primeira divisão do vermis cerebelar). 
  • Véu medular inferior. Fina lâmina de substância branca presa medialmente às bordas laterais do nódulo do cerebelo. Participa na formação do teto da metade inferior do IV ventrículo. 
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Sobre estas páginas.

Este breve ensaio baseia-se em imagens de um único cérebro seccionado em plano coronal, fotografado pelo Prof. Luciano de Souza Queiroz, no Depto. de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP, em Campinas, SP.  A idéia inicial era que servisse aos residentes daquele Depto., para auxiliar na identificação das estruturas neuroanatômicas mais importantes. 

Logo ficou claro que o esforço seria grandemente beneficiado pela experiência e crítica construtiva de uma neuroanatomista de carreira. Por isso, convidamos a Profa. Dra. Maria Júlia Marques, do Depto. de Anatomia, Biologia Celular e Fisiologia e Biofísica, do Instituto de Biologia da UNICAMP, que, dentro do melhor espírito universitário, aquiesceu em participar, agregando seu valioso conhecimento e extensa prática de ensino de Neuroanatomia. 

Com isso nasceu mais um trabalho em colaboração entre os dois Departamentos, que vem juntar-se ao Atlas Básico de Neuroanatomia  Humana e ao Atlas da Orelha Média e Interna, já disponíveis neste site e no do IB-UNICAMP.  Despretensiosamente, oferecemos estas páginas a todos interessados nas complexidades e belezas do cérebro humano. 

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Literatura consultada: 
  • Fleckenstein P, Tranum-Jensen J.  Anatomy in Diagnostic Imaging.  2nd Ed., Blackwell Publishing, 2001. 
  • Haines DE.  Neuroanatomy. An Atlas of Structures, Sections and Systems. 7th Ed., Wolters Kluwer, Lippincott, Williams & Wilkins, Philadelphia, 2008.
  • Machado ABM. Neuroanatomia Funcional. 2a. Ed., Livraria Atheneu, São Paulo, 2006. 
  • Netter FH. Atlas of Human Anatomy, 2nd Ed., Novartis, East Hanover NJ, 1997. 
  • Truwit CL, Lempert TE. High Resolution Atlas of Cranial Neuroanatomy. Lippincott Williams & Wilkins, Philadelphia, 1994. 
  • Williams PL, Warwick R (eds). Gray's Anatomy, 36th Ed. Churchill Livingstone, Edinburgh, 1980. 
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