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      Os casos clínicos contidos neste site são fruto das reuniões semanais da Prof. Dra. Liliana De Angelo Andrade com os residentes do Departamento de Anatomia Patológica. O objetivo do site é difundir o conhecimento sobre o assunto ajudando estudantes, residentes e profissionais a manterem-se constantemente atualizados.

 

Caso 148: 65 anos com lesão exofítica na vulva. Tumor mede 3x2,3 cm e 8mm de profundidade de invasão. Na evolução, 5 meses após, apresentou recidiva na vulva e metástases pulmonares.


Figura 1




Figura 2




Figura 3




Figura 4




Figura 5




Figura 6



Descrição microscópica: neoplasia exofítica constituída por carcinoma escamoso moderadamente diferenciado (Fig. 1), mostrando extensas áreas com aspecto acantolítico, com células soltas (Fig. 2, 3) e outras, com padrão angiomatóide (Fig. 4, 5), simulando tumor vascular. De permeio notam-se áreas com diferenciação escamosa adjacentes às áreas angiomatóides (Fig. 6).

Diagnóstico: Ca epidermóide moderadamente diferenciado com áreas de aspecto acantolítico e pseudo-angiomatóide. Margens livres da peça.

Comentário: Carcinoma escamoso adenóide, acantolítico ou pseudoangiomatóide ou pseudoangiossarcomatoso é uma variante rara e agressiva do carcinoma epidermóide, com metástases à distância e evolução rápida. Em pequenas biópsias pode ser confundido com angiossarcoma, porém com maior representação tumoral, áreas típicas de carcinoma escamoso são evidentes. O exame imuno-histoquímico é negativo para CD31 e CD34 e positivo para citoqueratinas (AE1/AE3).
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Departamento de Anatomia Patológica
Faculdade de Ciências Médicas