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      Os casos clínicos contidos neste site são fruto das reuniões semanais da Prof. Dra. Liliana De Angelo Andrade com os residentes do Departamento de Anatomia Patológica. O objetivo do site é difundir o conhecimento sobre o assunto ajudando estudantes, residentes e profissionais a manterem-se constantemente atualizados.

 

Caso 142: 58 anos, com sangramento pós-menopausa.


Figura 1




Figura 2




Figura 3




Figura 4




Figura 5




Figura 6



Descrição microscópica: lesão neoplásica preenchendo a cavidade endometrial, e invadindo o miométrio, constituída por células com atipia marcada, em arranjo glandular e sólido (Fig. 1, 2). As glândulas mostram contornos complexos, com luzes irregulares, semelhante a papel rasgado (Fig. 4, 5). Nas áreas sólidas (Fig. 3, 6) notam-se as mesmas atipias marcadas, com cromatina grosseira, nucléolos evidentes e mitoses freqüentes.

Diagnóstico: Adenocarcinoma seroso do endométrio, invadindo menos da metade do miométrio.

Comentário: o adenocarcinoma seroso do endométrio pode ter arranjo glandular ou sólido e apresenta acentuada atipia nuclear, com nucléolos evidentes. É sempre carcinoma de alto grau. Corresponde ao tipo 2 de carcinoma do endométrio, neoplasia de caráter agressivo, com via de patogênese diferente do adenocarcinoma endometrióide. Não está associado à hiperplasia endometrial e nem ao estrógeno. Apresenta mutação do p53. Entre todos os tipos de carcinoma do endométrio é o que apresenta menor sobrevida.
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