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      Os casos clínicos contidos neste site são fruto das reuniões semanais da Prof. Dra. Liliana De Angelo Andrade com os residentes do Departamento de Anatomia Patológica. O objetivo do site é difundir o conhecimento sobre o assunto ajudando estudantes, residentes e profissionais a manterem-se constantemente atualizados.

 

Caso 63: 57 anos, sangramento pós-menopausa e tumor ovariano. Pela macroscopia, lesão sólida, bem delimitada no ovário, com coloração amarelada, medindo 2,5 cm.


Figura 1




Figura 2




Figura 3




Figura 4




Figura 5



Descrição microscópica: nódulo bem delimitado constituído por células luteinizadas (Figura 1), com citoplasma eosinófilo (Figura 2) ao lado de células vacuoladas, ricas em lípides (Figura 3). No parênquima ovariano adjacente nota-se proliferação nodular de células da teca (Figuras 4 e 5).

Diagnóstico: Tumor de células esteróides do ovário do tipo Luteoma estromal ovariano, associado a hipertecose nodular.


Comentário: o luteoma estromal corresponde a 20% dos tumores de células esteróides; é geralmente pequeno e frequentemente associado a focos de hipertecose do estroma. A maioria se apresenta na pós-menopausa e pode estar associado a produção de estrógenos ou de andrógenos. O comportamento clínico é benigno.
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