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      Os casos clínicos contidos neste site são fruto das reuniões semanais da Prof. Dra. Liliana De Angelo Andrade com os residentes do Departamento de Anatomia Patológica. O objetivo do site é difundir o conhecimento sobre o assunto ajudando estudantes, residentes e profissionais a manterem-se constantemente atualizados.

 

Caso 36: 39 anos, lesão tumoral de 7 cm de diâmetro no ovário esquerdo, com superfície externa lisa e superfície de corte de aspecto sólido, apresentando coloração branco-amarelada, com áreas de edema e cisto central (Figura 1).


Figura 1




Figura 2




Figura 3




Figura 4




Figura 5




Figura 6



Descrição microscópica: em pequeno aumento notam-se áreas diferentes, formando padrão pseudonodular (Figura 2), constituído de áreas mais celulares (Figura 3) ao lado de áreas mais fibrosas, com predomínio de colágeno (Figuras 4 e 5). As áreas celulares formam nódulos de células fusiformes ou mais arredondadas, com citoplasma vacuolado, com aspecto luteinizado (Figura 6). A vascularização é proeminente e há vasos de paredes finas, dilatados e ramificados (Figura 2).

Diagnóstico: TUMOR ESTROMAL ESCLEROSANTE DO OVÁRIO

Comentário: O tumor estromal esclerosante do ovário lembra macroscopicamente o fibroma ou o tecoma pelo aspecto sólido e cor amarelada, porém ocorre em faixa etária mais jovem, principalmente nas 3 primeiras décadas. Também é morfologicamente mais heterogênio que estes outros tumores, com uma mistura de tipos celulares. Tem comportamento clínico benigno e apenas raramente apresenta evidência de secreção hormonal.
OBS: caso gentilmente cedido para apresentação pelo Dr. Rafael Stelini.
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