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      Os casos clínicos contidos neste site são fruto das reuniões semanais da Prof. Dra. Liliana De Angelo Andrade com os residentes do Departamento de Anatomia Patológica. O objetivo do site é difundir o conhecimento sobre o assunto ajudando estudantes, residentes e profissionais a manterem-se constantemente atualizados.

 

Caso 6 - Paciente de 34 anos foi submetida à laparoscopia onde foi encontrada lesão cística em ovário, com 5 cm de diâmetro.


Figura 1




Figura 2




Figura 3




Figura 4




Figura 5



Estruma ovariano cístico ou Teratoma monodérmico do tipo estruma do ovário.

A parede de cisto é constituída por tecido fibroso vascularizado, mostrando apenas focalmente pequenas glândulas com conteúdo hialino, com aspecto de colóide. Neste caso há poucos focos onde se reconhecem tais estruturas (Figuras 2, 3, 4 e 5), pois a maioria do cisto é revestido por epitélio achatado (Figuras 1, 2 e 3).
O termo estruma do ovário é usado para os tumores em que o tecido tireoidiano é o único ou o predominante em um teratoma ovariano. O pico da freqüência ocorre na 5ª década, mas casos também foram observados na infância e na pós-menopausa.
A lesão geralmente é sólido-cística, associada ao cistodermóide. Mais raramente, como no presente caso, forma um cisto unilocular, com conteúdo mucóide ou gelatinoso e que à microscopia mostra tecido tireoidiano. Raros casos podem apresentar adenocarcinoma folicular ou papilífero.
O comportamento é geralmente benigno, porém há raros casos com recidivas depois de muitos anos após a ooforectomia.
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